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RICARDO COUTINHO

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O ex-governador da Paraíba, hoje presidindo o Instituto João Mangabeira, braço ideológico e programático do seu partido, o PSB, teve um ano tumultuado desde que deixou o Governo e passou-o ao seu sucessor, o engenheiro João Azevêdo, que venceu as eleições no primeiro turno com o seu decisivo apoio. Abdicando do direito de disputar uma vaga de senador, o que lhe garantiria 8 anos de mandato, Coutinho desceu à planície, voltou a ser um cidadão comum, e sem as prerrogativas do cargo foi bastante fustigado pelos seus opositores e até pelo “fogo amigo” disparado pelos seus antigos aliados. Ao final deste ano, foi duramente atingido por uma grave denúncia feita pelo Ministério Público que, com ajuda da Polícia Federal, identificou possíveis desvios de conduta que comprometeram a sua imagem de homem público e que ainda estão sendo apuradas. Chega ao final de 2019 bastante chamuscado mas, mesmo assim, tem capacidade de reação e ainda é uma liderança que deve ser respeitada no cenário político do Estado.

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